Buscando-me, no intuito do autoconhecimento, percebi que: Quando tomada por fortes emoções, só consigo me expressar com intensidade através da Poesia. Só na Poesia me transporto inteira, sem limites, sem embustes; intensa, como a alma se mostra no momento da emoção pura.
A Prosa é sempre mais suave, contemplativa, organizada, sem atropelo.
A Poesia transborda incontrolável. Não mede conseqüências.
É só sentimento. Sentido, intenso, verdadeiro.
A Prosa pensa o alcance das palavras. A responsabilidade de tal alcance.
O resultado que pode gerar; visa sempre o positivo. O bem, o bom, e o belo.
Mesmo quando falamos de coisas negativas, o positivo tem que ser o objetivo final.
A Poesia, embora como mensagem de sentimento real, pode ser pensada como “Obra de Arte”, “Ficção”, “subjetividade”. Por isso, mais tolerável à intensidade.
Já a Prosa, mais dificilmente se encaixa em tal contexto. É mais vista como de fato se mostra. Um relato de situação que pode ser verdadeira ou imaginária, mas via de regra, “um relato”. Talvez por isso, mais organizada, pensada, mas nem por isso isenta de emoção. Apenas uma emoção sob controle.
Poesia ou Prosa, não importa. O importante mesmo, é se expressar sempre que sentir necessidade. Seja do jeito que for, desde que seja o seu jeito.
Seja ele: Poesia, Prosa, Pintura, Música, Dança ou qualquer outro.
O fato é que, expressar-se faz bem a alma!
Portanto, EXRESSE-SE.
“Guardar Sentimentos trancafiados no peito
é roubar à alma a Luz da Liberdade”
(Graça Mourão)
Fonte das Figuras: divagacoesecontradicoes.blogspot.com
oexerciciodoamorproprio.blogspot.com
